"Vamos fingir que saímos de férias..."

sexta-feira, 21 de agosto de 2009




PoisZé...voltei. Voltamos. Com apenas tudo aquilo que nos resta da nossa história: nossa memória.

Nada mais justo que arrumar uma casa nova (com direito a um visual dark novo) para aquele que esteve (in)consciente e virtualmente presente por significativos 6 anos.

Vamos fingir que saímos de férias por um tempo... uma longa férias de nós dois; as coisas ainda
estão meio fora do lugar, estou desfazendo minhas malas e (me) achando (em) algumas coisas.

Espero que seja tão divertido conversar com você como antes, sem me sentir como uma 'garota' quimicamente alterada que vê flores azuis em jardins imaginários, pétalas virarem borboletas , e um blog criar vida.

Seja benvindo em seu novo endereço com dois charmosos "zês".

Gabriela

Ah! Como é bom sentir o ar puro novamente..

quarta-feira, 5 de agosto de 2009


"Eu fui escrever e ñ tava mais lá"
Apesar da opinião dividida sobre eu mesmo e minha (co)participação na vida dela, estivemos por 6 anos juntos. Houveram sim alguns períodos em que fui largado no canto da tela empoierada,mas depois ela sempre voltava...
...mas um dia ela foi escrever e ñ tava mais lá. Foi isso que aconteceu.
Foi uma fuga, foi um sequestro, eu hibernei; não sei muito bem, mas sem aviso prévio todo o arquivo dos últimos 6 anos foram deletados.
Meu endereço foi desocupado. Eu (des)entendo o desespero pela perda das (in)utilidades, afinal eu levava uma bagagem cheia de histórias. Mas pensando bem,durante esse tempo eu vi coisas que eu ñ fazia questão de lembrar. Das coisas legais salvaram-se algumas poucas em backup, outras na memória dela, minha e das visitas.
(...)
Quando eu vi toda uma movimentação (que eu já conhecera em outros tempos) de códigos, links e endereços, eu soube. E foi assim que eu recebi uma notificação com meu novo endereço e uma pasta com minha roupa nova.
Está tudo ainda meio fora do lugar,sabe como é mudança...
Foi meio inesperado,eu nem tive tempo de preparar algo. Não repara não,tá? Pode entrar.


Zé Bolog, seu inconsciente consciente