ass. Ela,Gabriela.
aproveitaosorrisoporqueninguémsabequandosevai...
ass. Ela,Gabriela.
Postado por Doralinda Paxivalin às 16:15 0 comentários
(...)daqui pra frente diz que eu não tô(...)
Eu não sei fazer poesia, nem sentido nos meus (poucos) escritos espalhados por aí. Queria saber juntar palavras com notas e fazer melodias,mas eu nem sei cantarolar afinada. Eu não sei rabiscar numa folha oque eu vejo no escuro invisível desse (in)consciente. Não sei mais criar.
Queria poder saber e poder ser.
Só.
Eu não sei (mais como) amar.
Gabriela
"Uma coisa é certa,ao menos: sabes falar e acreditar num montedibosta.
Daqui pra frente diz que eu não tô e me chama só quando for importante,tá? "
Zé.
Postado por Doralinda Paxivalin às 23:58 0 comentários
e blábláblá
"A vida de alguma pessoa pode começar quando me encontra pela primeira vez ou depois de um looongo tempo
A vida de outra pessoa pode desandar quando me encontra pela primeira vez ou depois de um looongo tempo
Seja qual for o argumento,não me faz sentido; e aquilo que faz depende da estação do ano, da disposição dos meus móveis no quarto e da tonalidade do meu bronzeado na minha pele naturalmente morena
A respiração muda de frequência e apesar da falta de necessidade de me auto afirmar a quem quer que seja, me divirto quando tento analisar meus diversos "eus" que no fundo ninguém sabe,são todos iguais
Sem qualquer complexidade, o segredo é fechar os olhos e pular
Assim que eu faço
Talvez eu seja como uma boneca daquelas que as crianças não gostam de brincar
Ou talvez não"
note: o texto acima ñ corresponde a realidade. qualquer semelhança é mera coincidência, e o autor ñ se responsabiliza.
Eu tô com vontade de atualizar,mas tô sem vontade tb, e sem inspiração...se é q um dia tive. Aí um dia eu acordo e nunca mais nada de interessante sai da minha mente. Fim.
"E é com textos pré-prontos q vc me compra? Ou vc realmente achou que eu ñ ia perceber que em um outro dia, em um outro lugar e numa hora qualquer você escreveu esse montedebosta e te fez sentido ali? Pára."
Aí um dia eu acordo e nem meu blog aceita publicar postagem. Fim. [2]
"Qto drama...e eu quase pensei que conseguiria esquecer sua intensidade. Tolinho eu,hã?
Ok,eu me expressei mal...ou você me interpretou como quis? Que seja. Enfim. Oque ocorre é que em um dia belo você encucou-se durante o dia com fragmentos de pensamentos e sentimentos e coisas que você anota em lugares diversos e um dia senta e resolve (re)criar aquilo tudo de uma vez, e blábláblá ninguém está interessado em saber o processo de criação da sua mente feliz e saltitante. É fato que o texto estava escrito,already.
Ñ me importo, ñ quero servir como palco de lançamentos. Mas é que...e eu também não estou de recalque!! É que a vontade de me atualizar superestima minha (in)consciência; e não sei muito bem se entendi, concordei ou não gostei do escrito acima. Mas tudo bem, desculpa. Se te faz sentido, basta.
Não demore tanto pra voltar.
Zé Bolog"
Pensei que era recalque,mesmo. Um dia eu te jogo um montedebosta pra vc aprender a me respeitar. Bloguinho mimado é phoda. ¬¬
Tb te amo,
Gabriela
Postado por Doralinda Paxivalin às 22:56 1 comentários
"Vamos fingir que saímos de férias..."
PoisZé...voltei. Voltamos. Com apenas tudo aquilo que nos resta da nossa história: nossa memória.
Nada mais justo que arrumar uma casa nova (com direito a um visual dark novo) para aquele que esteve (in)consciente e virtualmente presente por significativos 6 anos.
Vamos fingir que saímos de férias por um tempo... uma longa férias de nós dois; as coisas ainda
estão meio fora do lugar, estou desfazendo minhas malas e (me) achando (em) algumas coisas.
Espero que seja tão divertido conversar com você como antes, sem me sentir como uma 'garota' quimicamente alterada que vê flores azuis em jardins imaginários, pétalas virarem borboletas , e um blog criar vida.
Seja benvindo em seu novo endereço com dois charmosos "zês".
Gabriela
Postado por Doralinda Paxivalin às 22:10 0 comentários
Ah! Como é bom sentir o ar puro novamente..

"Eu fui escrever e ñ tava mais lá"
Apesar da opinião dividida sobre eu mesmo e minha (co)participação na vida dela, estivemos por 6 anos juntos. Houveram sim alguns períodos em que fui largado no canto da tela empoierada,mas depois ela sempre voltava...
...mas um dia ela foi escrever e ñ tava mais lá. Foi isso que aconteceu.
Foi uma fuga, foi um sequestro, eu hibernei; não sei muito bem, mas sem aviso prévio todo o arquivo dos últimos 6 anos foram deletados.
Meu endereço foi desocupado. Eu (des)entendo o desespero pela perda das (in)utilidades, afinal eu levava uma bagagem cheia de histórias. Mas pensando bem,durante esse tempo eu vi coisas que eu ñ fazia questão de lembrar. Das coisas legais salvaram-se algumas poucas em backup, outras na memória dela, minha e das visitas.
(...)
Quando eu vi toda uma movimentação (que eu já conhecera em outros tempos) de códigos, links e endereços, eu soube. E foi assim que eu recebi uma notificação com meu novo endereço e uma pasta com minha roupa nova.
Está tudo ainda meio fora do lugar,sabe como é mudança...
Foi meio inesperado,eu nem tive tempo de preparar algo. Não repara não,tá? Pode entrar.
Zé Bolog, seu inconsciente consciente
Postado por Doralinda Paxivalin às 22:18

