Eu não sei fazer poesia, nem sentido nos meus (poucos) escritos espalhados por aí. Queria saber juntar palavras com notas e fazer melodias,mas eu nem sei cantarolar afinada. Eu não sei rabiscar numa folha oque eu vejo no escuro invisível desse (in)consciente. Não sei mais criar.
Queria poder saber e poder ser.
Só.
Eu não sei (mais como) amar.
Gabriela
"Uma coisa é certa,ao menos: sabes falar e acreditar num montedibosta.
Daqui pra frente diz que eu não tô e me chama só quando for importante,tá? "
Zé.
(...)daqui pra frente diz que eu não tô(...)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Postado por Doralinda Paxivalin às 23:58
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