
Eu enxergo de olhos fechados,e sinto o cheiro enquanto pareço habitar um plano paralelo.
Estou sendo bombardeada com memórias fortes, vivas e intensas de momentos que não voltarão mais, nem por um segundo. Eu estou presa no presente e isto me sufoca.
Os momentos aleatórios cada qual com seu significado vem e vão no meio de uma conversa, de uma leitura, de uma refeição; Eu não tenho o controle.
Mas eu não consigo revivê-los plenamente e quando passam a lembranças tenho medo de que nunca mais voltem.
Ainda não é certo mas estou por aqui,por enquanto.
Resta saber aproveitar. Ou não.
Nevermore
Postado por Doralinda Paxivalin às 06:51 0 comentários
"a felicidade não passa de um sonho,,,"

A pequena donzela se colocou diante do destino (escolhido por seu livre-arbítrio) como uma criança impaciente, anciosa e alegre esperando pelo que viria.
Sabia (ou pensava que) dos riscos.
Como personagem e espectadora de tudo, assisto sentada naquele quarto imaginário a dor se repetir por duas vezes seguidas. E essa reapresentação ñ me causa efeito de ânimo, por estarem dissipadas entre a ilusão e a novidade.
A bonequinha com sentimentos, no momento está abandonada à si, vive sem segurança alguma.
Mas ela luta pela vida (rara vontade), uma luta que é cada dia renovada, a necessidade que a constrange e os raios de esperança que a assombram iludindo-a, mais ainda assim se fazem sentir.
Porém, alguns instintos a atormentam; Sente-se ameaçada constantemente por todos que a rodeiam, afinal de contas, ela é apenas uma bonequinha;
E ela mts vezes se tranca: naquela redoma de vidro contra td e tdos; a verdade é que td acaba por ser em vão,pq na redoma ela ñ se "esconde" de seus sentimentos.
O sr. Cabeça de Batata está na prateleira ao seu lado e sem orelha. Mas ele é feliz e mal sabe que a orelha está caída atrás da cama.....mas ñ faz diferença pra ele ter uma ou duas orelhas rosa, ele está feliz.
Ela é feliz e extrovertida e tem um quê de depressão e mistério: à poucos permite saber sobre seus problemas e frustrações, e que por (maus) momentos se sente indiferente à tudo.
Ela desiste de tentar entender tudo, pq fazê-lo seria implorar a chegada do sofrimento.
A boneca no momento se encontra na estante, com um vestidinho preto com babado de renda na barra e um sapatinho de verniz branco e preto nos pés.
No fim, algumas coisas valem a pena.
Outras, ñ chegam até o "fim".
ass. Bunek
"Ñ gosto da perfeição aparente de quem passou a vida acreditando ser feliz. A verdade é que qdo sempre se teve, ñ se sabe dar o valor verdadeiro;
(...) E então tiraram-na lá de cima para brincar e esqueceram que ela é do tipo de boneca que as crianças ñ gostam de brincar..."
Dora,Doralinda
"A felicidade não passa de um sonho - dizia Voltaire - a única realidade é a dor.
Há oitenta anos que a experimento e nada faço senão resignar-me e dizer a mim mesmo que as moscas nasceram para serem comidas pelas aranhas, e os homens para serem devorados pelos desgostos."
Postado por Doralinda Paxivalin às 02:46 0 comentários
Eu,Doralinda P. drogada e prostituída pela cega ignorância alheia
Sabe Zé,
acho que estou meio out-of-date, sabe? Uma coisa assim meio fora de moda...
Percebo que pessoas tem uma imagem de mim meio que (quase) completamente diferente daquilo que eu sou e sempre fui. A vida, oh doce vida...! Ela me fez mais amarga no decorrer dos anos e de alguns acontecimentos que ficaram em memória passada.
Se oq faço sempre é de forma intensa, é pq ñ sei fazer de outro jeito.
Se me entregar em relações (seja qual for: amizade, amor) e ser transparente está errado,então eu estou no erro.
Se continuar (apesar dos pesares) confiando nos seres humanos é contra a lei do senso comum, então eu tô realmente out-of-line.
Tem mto que eu faço de brincadeira, e há mto sarcasmo e ironia dentro de mim...foi assim que eu me fiz na vida.
Às vezes é como se aquela bunekinha precisasse de sua redoma redonda de vidro (à prova de som) para sentar no cantinho, e se defender dos outros brinquedos 'du-mal' que tem uma embalagem rotulada que descasca com o tempo.
Mas a vdd é que ngm precisa saber da vdd, doq eu penso ou deixo de pensar (ok,praq eu escrevo aki então? pra vc né Zé,duh!), aliás, eu ODEIO que me controlem e que me julguem.
Aqueles que sabem ler nas entrelinhas, sabem reconhecer um sorriso sincero e ñ se importam com a companhia e presença da "menina-stressada-grossa" (é esse o rótulo que tentam colar em mim) e reconhecem um olhar e um gesto... então estes são os que me bastam para levar para a vida dentro do bolso da minha camisa de malha preta e guardar com (mto) carinho. *
"Lamento não ter te dado a oportunidade de se apaixonar gradativamente por mim solidificando nossa relação
Lamento por me fazer parecer aos seus olhos escandalosa como 'toda mulher'
Lamento ter convicção de meus valores e viver segundo eles
E por não atingir expectativas 'tão comuns' a vc e aos seus
(...)
Aprendi a não esperar o que nunca teria pra mim nem criar expectativa pelo que nunca seria. Mas você me parece mais do que o 'não ser' e é deste sentir que lamento; só e somente pq se ñ fosse seria um tanto mais fácil.
Minha natureza inconstante e cruel subdivide-se quando analisa mais a fundo: possessiva, controladora, manipuladora e ciumenta. Por estas me sinto desconfortável qdo vejo certas coisas. (...)
(...)
Algumas coisas estão além ao meu entendimento: seus dois corações, sua suposta segurança e estabilidade visíveis no seu olhar com vida qdo está cmg, seu ciúme (aparentemente) infundado, meu lugar na sua vida.
Meu egoísmo e possessividade ñ permitem que eu considere algumas coisas do mesmo modo que me fazem superficializar ao máximo meus sentimentos para evitar qualquer conflito.
Foi inevitável.
Abdiquei de certas características inerentes a minha natureza: mas ñ é tão fácil quanto parece ignorar meus pontos mais fortes.
(...)
Lamento por precisar de algo além do bem e do mal para nos manter.
E principalmente lamento por não conseguir ser perfeita."
[trechos ñ autorizados de uma carta para M.A retirados do fundo do baú de 2009, para além do bem e do mal]
*
nota de pé de página: texto pra backup no blog, e para entender como coisas e pessoas mudam nesse constante devir. -note que maneiras de pensar e agir em certas situações mudam,mas o caráter será sempre o msmo,ever.
nota de pé de página[2]: relendo me parece até uma crise adolescêntica. mas é só aparência. ñ procuro mais lugar nesse mundo: eu faço meu lugar, eu faço meu mundo e me equilibro na linha fina da calçada... essa tal de 'intensidade' q tanto me notam é e sempre foi o -agora- esse em tempo presente. (talvez por isso que eu ñ me arrependa das coisas... será!?)
Tenho pena e compaixão por aqueles que ñ conhecem a alegria de viver, a alegria da liberdade solitária, à dois, entre amigos...
Então, me pergunte: razão ou emoção? Pois eu sou um ser humano (ir)racional.
Postado por Doralinda Paxivalin às 01:05 1 comentários
céu de baunilha
A verdade é que eu andei pensando hj e ontem e conclui que a vida é bela. Bela de bonita. Bela de bela, rimando com Gabriela.
Bom, oq eu quero fazer agora é impedir que certas memórias se percam: ñ quero me frustrar ao tentar lembrar de uma voz, um cheiro ou detalhes de um rosto conhecido.
O post de hoje ñ tem mto sentido, ñ será revisado e o texto em anexo é uma junção de dois textos 'grandinhos' que foram compactados para um pequeno backup de mim para mim.
(...) personagem tão real, que me custa o ar da mais completa felicidade.
Postado por Doralinda Paxivalin às 03:31 1 comentários
Oi Zé.
Parece que tem alguma coisa de diferente acontecendo por aqui. Ñ entendi ainda doq se trata. Minhajuda?
Well,as aulas estão prestes a começar e ñ sei se eu quero voltar de vdd... comofas?
O espaçamento entrelinhas está me irritando e eu ñ sei nem quero mudar no momento, pois são 10:15 e eu não dormi tampouco sinto sono. Por isso vou postar só isso por hj, e ponto.
Carinho,
Gabi
(...) e se ainda não sei como não ser assim, prefiro pensar que fazer desse jeito só pode ser um dom...
Ando na linha fina me equilibrando no chão Me sirvo de uma fantasia e estou a beira da loucura Porque sendo louca sou feliz O meu discurso já aconteceu e eu ñ tenho mais tempo a perder Com pensamentos e experiências que desmoronam quando menos espero Essa violência mental me faz brincar assim.. Se não me permito mais crises, prefiro me largar para me inventar novamente
Postado por Doralinda Paxivalin às 10:11 0 comentários
"meu efeito borboleta..."
Algumas coisas às vezes, nem sempre... de vez em quando me parecem mto reais e presentes doq (realmente) são. É quase como um alívio.
Certas sensações (aparentemente) recentes são invenções: é uma brincadeira de memória. E eu me perco.
No fim eu não sei para que serve nada: faço tudo por osmose.
E bom, agora que eu sou vista como uma modelo tamanho GG talvez seja hora de (re)pensar anorexicamente.
Gosto de viver lá e cá: meio fantasia meio realidade. E eu me perco.
Fim.
Com carinho, Dora
Postado por Doralinda Paxivalin às 03:18 0 comentários
"(...)então fica ímpar,e fica ali pairando,esperando que alguém...(...)"(...)
vou ignorar suas implicâncias para com minha pessoa (imagine pra quem vê (quem vê? e pensa que vê?) de fora...que coisa feia, implicante e confusa).
Ai Ai Ai que isso ñ se repita!
O ano vai indo bem bem ( \o/ =) ^^ ) e eu voltei aqui para mais um backup, e pra mostrar que eoaindateamo e podem criar fotoblogs, fotologs, twitter a laser e olograma em tempo real que eoñvoudeixarvc. *declaração*
Bjo,
Gabi
(...)o seu mundo é preto, ora branco ora rosa que roda
o tempo todo em tudo e em todos
sem amores ou promessas vazias os olhos coloridos
de tristeza não a sensibilizam
vai rodando em preto e branco
seu descabelado emaranhado confunde quem vê de dentro e quem vê de fora
(pq por fora não se vê: pensa que vê mas não vê)
vai rodando em preto e rosa
1,2,3 blábláblá, clic clic
(pq por fora não se vê sentido)
ela gosta da luz do outono, e fecha a janela e morde a boca até machucar
quando pensa que tem,vc perde e chega assim sem saber que teve
aproveita então aquele sorriso pq ngm sabe qnd se vai
e eu gosto dele,também
então qnd no mundo não tiver mais nós dóis ou ela, qual cor vc vai escolher?
clic clic
não me compre com música barata nem com doces ou travessuras
me traga uma dose e amarre meu sapato,por favor
até mais
ímpar.ela.prazer.gabriela
"Pára."
Carinho,
Zé"
Postado por Doralinda Paxivalin às 00:16 0 comentários
"(...)Eu sinto mto de tudo o tempo todo. E depois passa..."
Um fato interessante:
"É a primeira vez que você vem falar comigo sorrindo."
"Err..sério?" *vergonha*riso-sem-graça*
"Sério."
"Hm...é pq eu tô com fome." *vergonha*
"Então vc deve vir sentindo fome mais vezes,pq vc já é linda e sorrindo fica mais linda ainda."
*pensando.pensando. qq o coo tem haver cascalça? .pensando.pensando. fome e sorriso?. pensando. ai que vergonha. pensando. isso ñ faz sentido nem pra mim!!.pensando.*
"Bom apetite."
"Obrigada."
E nesse dia o "salmãozinho grelhado" teve um sabor diferente: é estranho pensar que pessoas te notam e é mais estranho pensar que pessoas que vc nunca notou,te notam. Mas eu noto pessoas, ñ todas claro...mas as q me interessam. (nossa que pessoa insuportável,eu!)
A partir de hoje eu quero notar todas as pessoas do mundo,sempre.
voltage: 220v
Faz sentido pra vc,Zé? Estou tentando colocar as idéias em ordem e em palavras, ligar os pontos para desenhar um sentido para você.
Até o meu não-sentido me faz sentido.
Me parece td tão claro. Às vezes.
Eu sinto muito de tudo o tempo todo. E depois passa.
Eu não sei, mas isso tudo me parece sadio.
ass. Ela,Gabriela ora Dora,Doralinda.
Nota:
*backup onlinemente em vc de meus escritos (des)conhecidos*
Em uma ela é muita
Seu extremo exagero contido se perde,por ora
Esquece de respirar às vezes, mas sempre lembra do batom
Na primavera abre sua redoma e senta em seu lugar cativo na prateleira como uma boa boneca de coleção ao lado dos troféus
No inverno retorna à sua redoma redonda e senta no canto para se proteger do mundo
Seus superlativos infinitos transpiram sua essência
Sente-se como se o universo a levasse para a dança, e ele novamente sempre lembrado,mencionado trazendo uma estranha harmonia fora de ordem
Brincando de bola com o mundo, mudando a frequência de todos os brinquedos ao seu redor ela diz "mamãe", anda sozinha e gargalha de pernas pro ar
begônias.pílula.pijamas.diarréia e fadas. se lembre de comprar o leite, amo vc.
"Ainda estamos no quarto dia do ano e você já vem com suas idéias surtantes dessa mente hiperativa. Faz-me rir,boneca.
Certas vezes vc me remete a época de sua vidinha adolescêntica,e noutras acho que você ainda vive um pouco disto.
Ñ se preocupe em tentar fazer sentido pra mim, fazendo-o pra ti me basta: aos poucos qdo eu reler encontro significados significantes nas suas entrelinhas. Ou talvez não.
Ah! Agradeço pela "nota" em consideração ao q eu pedi: acho que (re)publicar coisas aqui pode ser divertido.
Carinho,
Zé,seu (in)consciente consciente."
Postado por Doralinda Paxivalin às 00:50 2 comentários
"como uma boa menina prometo te amar"
O ano virou e começamos mais uma década.
Como os cantos dos passarinhos.
Também estou sentindo este cheiro novo. É tão agradável quanto o cheiro de boneca nova que você sentia, do giz de cera do jardim III, de gasolina, chuva e ar condicionado. (eu "sinto" algumas memórias suas)
Postado por Doralinda Paxivalin às 01:28 1 comentários
aproveitaosorrisoporqueninguémsabequandosevai...
ass. Ela,Gabriela.
Postado por Doralinda Paxivalin às 16:15 0 comentários
(...)daqui pra frente diz que eu não tô(...)
Eu não sei fazer poesia, nem sentido nos meus (poucos) escritos espalhados por aí. Queria saber juntar palavras com notas e fazer melodias,mas eu nem sei cantarolar afinada. Eu não sei rabiscar numa folha oque eu vejo no escuro invisível desse (in)consciente. Não sei mais criar.
Queria poder saber e poder ser.
Só.
Eu não sei (mais como) amar.
Gabriela
"Uma coisa é certa,ao menos: sabes falar e acreditar num montedibosta.
Daqui pra frente diz que eu não tô e me chama só quando for importante,tá? "
Zé.
Postado por Doralinda Paxivalin às 23:58 0 comentários
e blábláblá
"A vida de alguma pessoa pode começar quando me encontra pela primeira vez ou depois de um looongo tempo
A vida de outra pessoa pode desandar quando me encontra pela primeira vez ou depois de um looongo tempo
Seja qual for o argumento,não me faz sentido; e aquilo que faz depende da estação do ano, da disposição dos meus móveis no quarto e da tonalidade do meu bronzeado na minha pele naturalmente morena
A respiração muda de frequência e apesar da falta de necessidade de me auto afirmar a quem quer que seja, me divirto quando tento analisar meus diversos "eus" que no fundo ninguém sabe,são todos iguais
Sem qualquer complexidade, o segredo é fechar os olhos e pular
Assim que eu faço
Talvez eu seja como uma boneca daquelas que as crianças não gostam de brincar
Ou talvez não"
note: o texto acima ñ corresponde a realidade. qualquer semelhança é mera coincidência, e o autor ñ se responsabiliza.
Eu tô com vontade de atualizar,mas tô sem vontade tb, e sem inspiração...se é q um dia tive. Aí um dia eu acordo e nunca mais nada de interessante sai da minha mente. Fim.
"E é com textos pré-prontos q vc me compra? Ou vc realmente achou que eu ñ ia perceber que em um outro dia, em um outro lugar e numa hora qualquer você escreveu esse montedebosta e te fez sentido ali? Pára."
Aí um dia eu acordo e nem meu blog aceita publicar postagem. Fim. [2]
"Qto drama...e eu quase pensei que conseguiria esquecer sua intensidade. Tolinho eu,hã?
Ok,eu me expressei mal...ou você me interpretou como quis? Que seja. Enfim. Oque ocorre é que em um dia belo você encucou-se durante o dia com fragmentos de pensamentos e sentimentos e coisas que você anota em lugares diversos e um dia senta e resolve (re)criar aquilo tudo de uma vez, e blábláblá ninguém está interessado em saber o processo de criação da sua mente feliz e saltitante. É fato que o texto estava escrito,already.
Ñ me importo, ñ quero servir como palco de lançamentos. Mas é que...e eu também não estou de recalque!! É que a vontade de me atualizar superestima minha (in)consciência; e não sei muito bem se entendi, concordei ou não gostei do escrito acima. Mas tudo bem, desculpa. Se te faz sentido, basta.
Não demore tanto pra voltar.
Zé Bolog"
Pensei que era recalque,mesmo. Um dia eu te jogo um montedebosta pra vc aprender a me respeitar. Bloguinho mimado é phoda. ¬¬
Tb te amo,
Gabriela
Postado por Doralinda Paxivalin às 22:56 1 comentários
"Vamos fingir que saímos de férias..."
PoisZé...voltei. Voltamos. Com apenas tudo aquilo que nos resta da nossa história: nossa memória.
Nada mais justo que arrumar uma casa nova (com direito a um visual dark novo) para aquele que esteve (in)consciente e virtualmente presente por significativos 6 anos.
Vamos fingir que saímos de férias por um tempo... uma longa férias de nós dois; as coisas ainda
estão meio fora do lugar, estou desfazendo minhas malas e (me) achando (em) algumas coisas.
Espero que seja tão divertido conversar com você como antes, sem me sentir como uma 'garota' quimicamente alterada que vê flores azuis em jardins imaginários, pétalas virarem borboletas , e um blog criar vida.
Seja benvindo em seu novo endereço com dois charmosos "zês".
Gabriela
Postado por Doralinda Paxivalin às 22:10 0 comentários
Ah! Como é bom sentir o ar puro novamente..

"Eu fui escrever e ñ tava mais lá"
Apesar da opinião dividida sobre eu mesmo e minha (co)participação na vida dela, estivemos por 6 anos juntos. Houveram sim alguns períodos em que fui largado no canto da tela empoierada,mas depois ela sempre voltava...
...mas um dia ela foi escrever e ñ tava mais lá. Foi isso que aconteceu.
Foi uma fuga, foi um sequestro, eu hibernei; não sei muito bem, mas sem aviso prévio todo o arquivo dos últimos 6 anos foram deletados.
Meu endereço foi desocupado. Eu (des)entendo o desespero pela perda das (in)utilidades, afinal eu levava uma bagagem cheia de histórias. Mas pensando bem,durante esse tempo eu vi coisas que eu ñ fazia questão de lembrar. Das coisas legais salvaram-se algumas poucas em backup, outras na memória dela, minha e das visitas.
(...)
Quando eu vi toda uma movimentação (que eu já conhecera em outros tempos) de códigos, links e endereços, eu soube. E foi assim que eu recebi uma notificação com meu novo endereço e uma pasta com minha roupa nova.
Está tudo ainda meio fora do lugar,sabe como é mudança...
Foi meio inesperado,eu nem tive tempo de preparar algo. Não repara não,tá? Pode entrar.
Zé Bolog, seu inconsciente consciente
Postado por Doralinda Paxivalin às 22:18





